
Eita sujeitinho ensimesmado quando arresórvi tirá os verso da cachola... Cabra da peste aquele baixinho! Fidumaégua, fidumarapariga!
Já passei foi a garrucha nuns três violeiro assim, pidino arrego pra essa rapariga aqui que num tem dó nem de santo nem do demo. Punhava era uma bala no lugar dos denti do infeliz. Não tem limites pra fouxidão do homi quando ele se punhe a tocá. Meu São Lázeo, meu São Ciprião... Não adianta nada, nem reza braba. Mais é chegá a madrugada ou fim de tarde que vira um disse-me disse-me que só. Violeiro baum. Que se num fosse baum eu num punha aqui meu côro a prova. Cabra porreta, pois óie, se num fosse porreta eu é que num ficava aqui encheno as cisma do safado branquelo. O tal que se um dia se fô dessas banda de Itabira dos Mato drento, inté penso que vo sinti farta do maledito! Já se vê que num é cabeça chata ou vermêio. Pois venho porque vim atestar a fama do cabra. Pá nenhum calanguinho butá defeito. E está atestado e feito.
Digo e num tiro! Disse, ta dito e pronto.
Já passei foi a garrucha nuns três violeiro assim, pidino arrego pra essa rapariga aqui que num tem dó nem de santo nem do demo. Punhava era uma bala no lugar dos denti do infeliz. Não tem limites pra fouxidão do homi quando ele se punhe a tocá. Meu São Lázeo, meu São Ciprião... Não adianta nada, nem reza braba. Mais é chegá a madrugada ou fim de tarde que vira um disse-me disse-me que só. Violeiro baum. Que se num fosse baum eu num punha aqui meu côro a prova. Cabra porreta, pois óie, se num fosse porreta eu é que num ficava aqui encheno as cisma do safado branquelo. O tal que se um dia se fô dessas banda de Itabira dos Mato drento, inté penso que vo sinti farta do maledito! Já se vê que num é cabeça chata ou vermêio. Pois venho porque vim atestar a fama do cabra. Pá nenhum calanguinho butá defeito. E está atestado e feito.
Digo e num tiro! Disse, ta dito e pronto.

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