
(Ludimila- 11/01/2007)
Nos adaptamos facilmente a viver em simbiose.
Tanto ficamos juntos que nos tornamos dependentes,
União imprescindível à nossa sobrevivência.
Tanto que de nós nos esquecemos.
E subtraímo-nos a um.
Evoluímos em câmera lenta...
E nos tornamos parasitas
Aproveitando um do outro em dependência de seus corpos
E dividimo-nos em metade de um só.
Caímos para comensais,
Éramos dois distintos nutrindo-nos do resto do outro.
Mas a nada agradável forma de vida
Carecia evolução.
Partimos para o inquilinismo,
A mais desonrada relação que pude manter.
Usar você como suporte pra minha fragilidade.
Tendo em vista evolução fajuta
Nos adaptamos dolorosamente à vida em sociedade.
Onde nos descobrimos dez em dois
E designados a fazer o melhor pra nós mesmos,
Livrando-nos de predar-nos ou competir um com o outro;
estabelecemos a relação interespecífica mais saudável de que se tem conhecimento.
Nos adaptamos facilmente a viver em simbiose.
Tanto ficamos juntos que nos tornamos dependentes,
União imprescindível à nossa sobrevivência.
Tanto que de nós nos esquecemos.
E subtraímo-nos a um.
Evoluímos em câmera lenta...
E nos tornamos parasitas
Aproveitando um do outro em dependência de seus corpos
E dividimo-nos em metade de um só.
Caímos para comensais,
Éramos dois distintos nutrindo-nos do resto do outro.
Mas a nada agradável forma de vida
Carecia evolução.
Partimos para o inquilinismo,
A mais desonrada relação que pude manter.
Usar você como suporte pra minha fragilidade.
Tendo em vista evolução fajuta
Nos adaptamos dolorosamente à vida em sociedade.
Onde nos descobrimos dez em dois
E designados a fazer o melhor pra nós mesmos,
Livrando-nos de predar-nos ou competir um com o outro;
estabelecemos a relação interespecífica mais saudável de que se tem conhecimento.

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